Essa musica tem uma poesia linda e crua todas as vezes que escuto ela eu me arrepio! espero que gostem!
Miséria no Japão - Pedro Luis
Somos tios da pobreza social Somos todos para brisas do futuro nacional Eu sou tio Ela é tia O pavio tá aceso, aqui é quente O País é quente O Mundo é quente E quem te disse que miséria é só aqui? Quem foi que disse que a miséria não ri? Quem tá pensando que não se chora miséria no Japão? Quem tá falando que não existem tesouros na favela? A vida é bela, tá tudo estranho É tudo caro, mundo é tamanho Paraísos, pára-raios, capital Parabólicas, pirâmides, trêm bala, coisa e tal Lá faz frio Cá é noite Os açoites nos nvaios são história Mas não é glória Memória triste E quem resiste faz a raça evoluir Mas ainda existe guerra querendo fazer mundo ruir Não tem medida o amor em certos casos O ódio atinge generais, soldados rasos.
Escrito por david cejkinski às 17h03
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Em uma sociedade aonde so o concreto é entendido resolvi escrever um poema que falasse das controversias e ambiguidades de nossas rotinas! a realidade quando é muito persiguida vira loucura!
1 parte:
O Lirismo
Quando em minha alma espelhada de tantos anseios, enigmáticos , fantásticos escrevo assim meus dias sem fim
Quando em meus devaneios me perco e procuro uma loucura coerente me desfaço assim em um apaixonado por min
Quando em minha loucura vejo estilhaços dourados de esperanças cortadas, me debruço assim em meus rumores por min
Quando me beijo em minha louca mente doente me enojo assim em perversidade ruins
Quando em minha rotina vejo desagastadas pegadas me entristeço assim feito um palhaço sem rima
Tantas vezes procurei pegadas guardadas em seus sagrados anseios, líricos, uotpicos, indoutrinavelmente baratos e gastados em seus beijos secamente molhados
Não encontrei em meus desejos algum que reatasse meus sonhos, meus mais lindos sonhos de infância, me perdi na utopia mais voltei a realidade
E com muita maldade me perdi na cidade de tantas igualdades injustas, e quando me vi nessa montanha-russa mergulhei e entrei em sua vielas, sujas, favelas
Senti seus cheiros seus odores e dores, me perdi em sua historias em seus amores....
Quando me vi em tal desgastada panela, revi seus jornais e redescobri a minha realidade, quando me perdi em tantas injustiças me vi impotente e gritei!
Escrito por david cejkinski às 18h15
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2 Parte( continuaçao)
O grito estancou decepcionado, arrancado de uma dor finda que não resta mais em nenhuma parte de minha pobre alma, gritei pelo desespero de querer sonhar novamente em minha utopia
Gritei pois assim se faz quando os desesperados não encontram outra forma de expressão, me senti desnorteado em meio a tanta confusão...
Me conformei e segui em minha ilha medonha, hoje o descaso é parte de meus dias dourados , ignoro a tantas vontades e ideais, os líricos não fazem sentido
A opera do caos me perde em sua sedução, e quando me vejo assim canto desenfreadamente à min
Quando o terceiro sinal toca me vejo em um palco desnudo de cenários e adereços em que eu possa me apoiar, me sinto tão impotente, tão triste e temido em meus próprios prantos...
E mais uma vez os líricos reaparecem e cantam impotentes a opera rotineira, corro, fujo e me vejo em vários espelhos enganados
Eles refletem os meus desejos mais loucos
Fecho os meus olhos cansados de verdades e grito em fim egoísta por min
Me apago em minha existência, mas a musica aumenta a opera recomeça e meus desejos não me obedecem mais, loucamente incoerente ouço tal melodia ,ouço plenamente suas verdades...
Eu não agüento mais tantas verdades em minha alma , já não consigo rever em min os dias de bossa-nova que demoravam a passar
Os líricos tomam conta da minha vida, eles cantam, gritam, berram para todos os querem ouvir as verdades mais nuas de minha loucura
Os líricos não prestam em sua hipocrisia, eles não sabem medir os seus gritos mais loucos
Incansavelmente acabado escuto meus desejos, e eles gritam por silencio, eles não querem mais sentir verdades, eles estão indoutrinavelmente irritados....
Acabado miro um lírico e ordeno que ele repita mentiras, ele me canta um soneto conhecido desses que tocam em qualquer lugar....
Cinicamente amolecido volto a minha utopia e vivo assim os meus dias de bossa-nova.
E o Lirismo apaga a cidade horrorosa de minhas memórias concretas....
Incertezas da vida...
David Cejkinski
Escrito por david cejkinski às 18h14
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A arte é simplesmente nescessaria para quebrar o determinado, e o cansado a arte é feita para enlouquecer e sair do eixo! a arte...

Eu prefiro a arte que nasce do caos!
Liberdade dinâmica na arte!
O caos tem que ser desconstruido, tem que ser quebrado, tem que ser rompido, explorado, escandalizado e persuadido, pesquisado, mal tratado e racionalizado ou mesmo enlouquecido.
A descontruçao do amor, que move moinhos de dor na busca de uma arte sem preconceitos livre de dogmas e ressentimentos.
A desconstrução do caos!
A construção de um quadro forte repugnante espelho da vida!
E do caos, escondido em nossos dias de eterna ferida!
Prefiro a arte que nasce do caos, porque assim me liberto de min e posso enlouquecer cores e poesias...
No norte de meu rumo certo desviei e fui para o oeste que é bem mais interessante!
Localizei tantos presságios fanáticos que na hora fique angustiado de preconceitos antigos!
A arte nasce do caos!
A arte nasce de mentes doentes enlouquentes e envolventes...
A arte nasce de uma foto, uma imagem, um som, um movimento, uma estética, uma pesquisa, uma desconstruçao caótica da vida!
A arte nasce do nojo, do choro, do riso, da bosta, do ouro, do couro, do dente, da pele, da luta, do suor do povo!
Prefiro arte que desconstroí determinações baratas e vendidas no obscuro céu previsível de inverno!
No outono a arte nasce da melancolia, no verão da leveza, no inverno da tristeza e na primavera da pureza...
A arte nasce dos astros, dos deuses, do profano do purgatório e do vaticano!
A arte renasce e renasce todo o dia em nosso simples e arcaico cotidiano tão gastado em nossas bocas!
Arte nasce do corpo, do couro, do cabelo, do sexo, da bunda, do desastre e de historias bem resolvidas!
A arte é profana e é santa, é uma religião em eterna procissão!
A arte bendita e maldita do ser envolvido em sua vida em seu sonho de viver!
A arte espelha rancores, dores, amores, tribos, lutas, mortes, guerras, conflitos, tenores, sopranos e tantos outros cantores!
A arte imita a desconstrução e o caos imita a loucura!
Loucura!
Eternamente ARTE!
David Cejkinski 08-07-06
Escrito por david cejkinski às 18h08
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Bom não sou uma personalidade muito interessante ou cheia de egos, o que sou é simples e contraditorio: ARTISTA. Isso é um titulo, apesar de eu mesmo me dar este titulo ninguém me autorizou eu simplesmente acho que sou e pronto! É, talvez possa parecer um pouco pretensioso, mas é um fato alias um constatamento desde pequeno só penso em: teatro, em dança em poesia e em artes plásticas. Sempre gostei de arte, de se expressar não sei exatamente o por que talvez porque no palco, no papel, ou em qualquer veiculo artístico eu posso justificar as minhas alegrias e angustias! Quando pequeno eu era extremamente tímido tinha vergonha de tudo, e quando eu via uma peça e teatro eu simplesmente ficava fascinado como aquelas pessoas conseguiam ser mágica e de uma certa forma verdadeira com os seus supostos sentimentos reais! Sim, eu acreditava que existiam fadas, gnomos, duende e criaturas fantásticas eu acreditava q aquilo tudo era muito real e achava q as coxias do teatro eram uns precipícios aonde os personagens caiam e depois ressurgiam, pois haviam escalado novamente tal precipício! È era tudo mágico, e eu achava muito divertido ver pessoas contando um pouquinho de suas verdades coisas que eu não conseguia fazer! Por isso adorava inventar mentiras as mentiras me salvavam de minha timidez! Eu só conseguia fazer amigos por meio de mentiras adorava inventar algo que chamasse a atenção da pessoa e mostrar para ela que eu realmente era especial! Eu pensava que só na mentira havia coisas interessantes e de uma certa forma ainda acho pq sou ator! E adoro mentir para que as pessoas me achem interessante (risos) lógico q é bem mais complexo agora já tenho minhas neuroses que a adolescência vem e nos ensina um bocado de coisas que a inocência infantil simplesmente descartava! Adoro escrever poemas e a maioria deles são tristes ou filosóficos demais, não eu não sou uma pessoa triste, não eu não sou carente já fui muiiiiito agora não mais, e não, não sou tão complexo e deprimido com muito de meus poemas. Poesia não tem explicação ela simplesmente acontece, ela sai e pronto! Eu me inspiro e muiiiitas pessoas, fatos, e historias que eu conheço e até em musicas então por mais que a poesia pareça um grande segredo na maioria dos casos não é, em alguns casos é e em outros a uma mistura de ficção e realidade afinal como já disse acho q uma mentirinha sempre engrandece uma obra artística (risos)!Bom, mas o por que desse blog? Ããããã nunca quis ter um blog até o inicio deste ano às coisas começaram a mudar, entrei em um projeto em que conta a historia de uma escritora que "nasceu" nos blogs, verdade que os textos dela muitas vezes não me agradaram, mas me deixa realmente bem incomodado ou surpreendido sei lá, e muiiita gente de orkut e MSN que conheciam meus poemas falavam que eu devia publicá-los em algum lugar e de alguma forma. Eu realmente não tenho paciência de correr atrás d editora e nem acho que meus poemas são tão bons para isso, mas voz do povo é a voz de deus e então resolvi publicá-los sim só que através deste blog. Se alguém vai ler? Talvez isto não me importa afinal só de publicá-los já sinto uma certa alegria, e também um alivio de ter tudo registrado não só para min em meu computador mais para os outros também...
O nome: Meu primeiro poema tem como titulo "Apaixonante outono" que originou uma peça-poesia que fiz com vários poemas de vários autores sobre o amor, e acho o outono uma estação melancólica e poética como todos os amores...
Bom já que estamos falando de infância inicio e tals ai vai meu primeiro poema, ele é singelo simples e gostoso de ler pelo menos eu acho (risos)!
Ele não é o melhor e nem o pior e simplesmente o primeiro e é especial por isso:
Apaixonante Outono
Mas os amores são assim
Ensolarados e gelados como o outono
Outono de outrora
Manhã cinzenta e melancólica
De minhas lembranças mais aquecidas
Não tinha jeito, o cheiro das folhas caídas
Me remetiam a solidão morna e apaixonada
Do outono , em que eu descobri, as razoes
E as paixões da humanidade
E das atrocidades
As amêndoas amargas
Com gosto de paixões secas
Surgirão platonicamente
No outono do despertar do amor
Surgirão paixões como uma flor murcha que nunca se abriu.
David Cejkinski
Espero que gostem, e comentem!
A todos um grande beijo!
David
Escrito por david cejkinski às 17h22
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 15 a 19 anos, Portuguese, Arte e cultura, Cinema e vídeo MSN - davidcejkinski@hotmail.com
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