
A santa guerra do dia-dia
Na cidade o sol da rotina exala na minha vida
As ruas elétricas de pensamentos urbanos , passam na memória de seus moradores
No ponto de ônibus as pessoas esperam os seus destinos
Desatinos urbanos , da rotina pesada...
O dia começa , as empresas estão nervosas por conflitos monetários da guerra diária
O telefone toca aflitamente anunciando mais uma bomba
Tudo indica , ela vai explodir...
A secretaria numero 134 atende , era as forças aliadas, que alivio...
Vou almoçar o sol me repete na nostalgia...
A comida ta com gosto de tédio ...
Volto para o prédio...
A mulher liga irritada falando de problemas da rotina domestica.
Escuto nervoso
Desligo
As coisas em volta me remetem a solidão.
Paro, respiro e vou gozar o meu tédio no trabalho...
As 18 hrs a lua exala o cansaço
Vou fingir ser sociável em um BAD HOUR com o meu carrasco
Tomo a minha cerveja que alivia o nó na garganta pregado no meu paletó suado
Pego o meu ônibus , tenho a impressão que a sociedade ri de min...
Chego no meu bunker , mas minha mulher avisa que o governo vai cair...
Paro , penso e logo desisto.
David Cejkinski 19-05-2005
Escrito por david cejkinski às 20h19
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